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Para
fechar a Trilogia do PerCurso –
série que pretende estudar a importância do cristianismo sob uma
perspectiva histórica, com base na razão –
de padre Luigi Giussani, a editora Nova Fronteira edita o terceiro volume,
Por que a Igreja, ensaio que gira em torno de uma idéia fundamental: a
Igreja existe porque ela é, para os católicos, a continuação de Jesus
Cristo.
Depois de ter enfrentado o tema do senso
religioso – essência da racionalidade e raiz da consciência humana –
e o da grande revelação de Jesus Cristo no mundo, o terceiro volume
introduz ao acontecimento da Igreja. A pergunta crucial para colocar-se
diante desse acontecimento é: “Eu, que cheguei no dia seguinte – ou
um mês depois, ou cem, mil, dois mil anos depois – do desaparecimento
de Cristo do horizonte terrestre, como posso saber se realmente se trata
de algo que, de fato, me interessa, como posso ter certeza?”. A palavra
“Igreja” indica o fenômeno histórico cujo único significado
consiste em ser para o homem a possibilidade de alcançar a certeza sobre
Cristo, ou seja, em ser a resposta àquela pergunta sobre o problema mais
decisivo para a sua vida e a vida do mondo. Cristo, a verdade que se
tornou carne, depois de 2.000 anos ainda alcança os homens por meio de
uma realidade que se vê, se sente, se toca: a companhia dos que crêem
nEle. No seu percurso, o autor propõe à liberdade e à razão dos
leitores, os fatores fundamentais e os critérios para uma verificação
desta realidade. «Mas tendo chegado ao fim do caminho», afirma o autor,
Deus ainda permanece incompreensível, «se não se introduz a figura de
Nossa Senhora, escolhida pelo próprio Deus para fazer-se reconhecer por nós,
método do seu comunicar-se ao homem por meio do “calor” do seu ventre».
O
autor:
O
padre italiano Luigi Giussani nasceu em Desio (Milão) em 1922. Realizou
seus estudos na Faculdade de Teologia de Venegono, na qual lecionou por
alguns anos, especializando-se na teologia oriental (especialmente a dos
eslavófilos), na teologia protestante americana e no aprofundamento da
motivação racional da adesão à fé e à Igreja. Na década de 1950,
deixou o seminário para lecionar no ensino fundamental e criou a
Juventude Estudantil, que mais tarde daria origem ao movimento de Comunhão
e Libertação, presidido por ele e presente em 70 países. Também é
fundador e presidente da associação eclesial Memores Domini,
igualmente reconhecida e aprovada pelo Pontifício Conselho para os
Leigos. Entre 1964 a 1990, foi titular da cadeira de Introdução à
Teologia na Universidade Católica de Milão. Em 1995, recebeu o Prêmio
Internacional de Cultura Católica. Dentre as obras de sua autoria,
destacam-se O senso de Deus e o homem moderno: a questão humana e a
novidade do cristianismo, É possível viver assim? Uma abordagem
diferente da existência cristã e O senso religioso: primeiro volume do
PerCurso, já publicados pela Editora Nova Fronteira.
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