Julián Carrón nasce em 1950 em Navaconcejo
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Julián Carrón nasce em 1950 em
Navaconcejo (Cáceres, Espanha). Muito jovem entra no Seminário Conciliar de
Madri onde desenvolve os estudos secundários, superiores e teológicos. Em 1975 é
ordenado sacerdote e, no ano seguinte, obtém a licenciatura em Teologia, com
especialização na Sagrada Escritura, na Universidade Pontifícia Comillas.
Torna-se docente na Universidade Complutense de
Madri.
Obtém a indicação de Élève Titulaire junto à Escola Bíblica e
Arqueológica Francesa de Jerusalém, onde trabalha sob a direção de M. É.
Boismard. Cumpre um ano de pesquisa junto à Universidade Católica da América
(Washington); torna-se docente no Estúdio Teológico do Seminário Conciliar de
Madri.
Torna-se responsável pelo Seminário Menor,
professor de Religião, encarregado da pastoral no Colégio Arcebispal da
Imaculada de São Damaso (Madri), do qual se torna diretor entre 1987 e 1994.
Consegue o doutorado em Teologia na
Faculdade Teológica do Norte da Espanha, em Burgos, em 1984. Torna-se docente do
Instituto de Teologia, Ciências Religiosas e Catequéticas São Damaso e professor
ordinário de Novo Testamento na Faculdade de Teologia São Damaso de Madri, onde
ensina “Introdução à Sagrada Escritura”, “Corpo Paulino e Atos dos Apóstolos”,
“Origens do Cristianismo”. É, ainda, membro do comitê diretivo da coletânea “Estudos
semíticos sobre o Novo Testamento”. Foi diretor do Instituto de Filologia
Clássica e Oriental São Justino, de Madri. Apresenta-se em numerosas
conferências sobre historicidade dos Evangelhos, em Madri, Milão, Turim,
Bolonha, Roma, Florença e Rímini; leciona na Universidade de Nova York, no
Instituto João Paulo II da Universidade Católica de Washington, na Universidade
de São Francisco o tema: “À procura da certeza do valor histórico dos
Evangelhos” (fevereiro de 1996). Além de numerosos artigos em variadas revistas,
publica El Mesias manifestado. Tradición literaria y trasfondo judío de Hch
3, 19-26 (Estudos semíticos sobre o Novo Testamento 2, Madrid 1993).
Foi diretor da edição espanhola da revista católica internacional Communio,
da revista Estudios Bíblicos, como também da Biblioteca da Faculdade de
Teologia de São Damaso, de Madri e do Instituto de Ciências Religiosas dessa
mesma faculdade.
A partir de setembro de 2004, transfere-se
para Milão, chamado por Dom Luigi Giussani, fundador do movimento eclesial
Comunhão e Libertação, para compartilhar a responsabilidade de guia de todo o
Movimento. Em 19 de março de 2005, a Diaconia Central da Fraternidade de
Comunhão e Libertação o nomeia Presidente da Fraternidade, como sucessor de Dom
Giussani, falecido em 22 de fevereiro de 2005. Em 13 de maio de 2005, o
Pontifício Conselho para os Leigos o nomeia Assistente Eclesiástico da
associação Memores Domini. Torna-se docente de Introdução à Teologia na
Universidade Católica do Sagrado Coração, de Milão, no ano acadêmico 2004-2005.
De 2 a 23 de outubro de 2005 participa do Sínodo sobre a Eucaristia como membro
de indicação pontifícia. Em 3 de junho de 2006, faz uma intervenção durante o
encontro de Bento XVI com os movimentos, na Praça de São Pedro.
Em 24 de março de 2007, guia a peregrinação
internacional de CL, na praça de São Pedro, para a Audiência concedida pelo
Santo Padre por ocasião do XXV aniversário do reconhecimento pontifício da
Fraternidade de Comunhão e Libertação.
Em 8 de março de 2008, estando para terminar
o mandato pelo qual, desde 19 de março de 2005, sucedia a Dom Giussani na
condução do movimento, a Diaconia Central da Fraternidade de CL torna a
confirmar sua nomeação como Presidente da Fraternidade pelos próximos seis anos.
Em abril de 2008, foi nomeado pelo Santo
Padre Consultor do Conselho Pontifício para os Leigos e em outubro de 2008
participa do Sínodo como Padre Sinodal de indicação pontifícia. É diretor da
coletânea “os livros do espírito cristão” na Editora Rizzoli e da coletânea
discográfica “Spirto gentil”, ambas fundadas por Dom Giussani.